sexta-feira, 24 de agosto de 2018

Resumo de Physical Computing Sensing and controlling the physical world with computer Cap. 8

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O'Sullivam começa com a ideia de pensar além da lógica e dos meios físicos para começar a pensar no usuário. A comunicação homem-máquina precisa ser limpa e sem ruídos, ela deve seguir um fluxo sem interrupções. A melhor interação se dá quando o usuário não precisa pensar muito no que está fazendo, apenas no resultado final da ação.
Na interação entre humanos há sinais de interrupção da mensagem para sobreposição por outra mensagem, visto em expressões faciais ou corporais. Também é notável a pauso para o raciocínio e interpretação da mensagem. A máquina, ao contrário, precisa de um sinal mais especifico para compreender a mensagem. No nível de interação humano-computador é preciso pensar na resposta da máquina em relação aos comandos dados pelo usuário, definir possíveis erros e alterar o comportamento em relação a esses erros. Os sensores digitais e analógicos podem auxiliar a medição da interação com a máquina, transformando a interação em sinais elétricos, podendo medir intensidade e duração da interação.
Com base no tipo de captura de cada sensor é possível pensar na melhor forma de registro do sinal desejado. O planejamento é realizado com base no movimento que vai ser registrado e o tipo de captura que será feita, assim é possível escolher o melhor sensor para isso.
Em relação as respostas, elas precisam acontecer conforme as expectativas dadas aos usuário. Quando o usuário realiza uma ação ele espera uma resposta visível e direta. O tempo da resposta também é um fator crucial na interação, as expectativas precisam ser atendidas antes que o usuário pense em realizar outra ação. O tempo entre as ações da máquina devem ser consideras na interação. A aleatoriedade da resposta ajuda a montar algo mais variado mas pode ocasionar grandes frustrações ao usuário. O planejamento de resultados aleatórios deve ser bem pensado em relação a situação que será aplicada e quase sempre irá gerar um comportamento inesperado tanto para a máquina quanto para o usuário.
As ações tomadas pelos usuários podem levar a muitas mensagens seguidas, que geram muitas respostas, e é preciso tratar esse tipo de comportamento definindo pontos finais para ações realizadas e pontos de inicio das seguintes. Em realizações mais complexas o comportamento pode se alterar conforme o uso, ou vão se alterando quando necessário, compreendendo padrões e corrigindo erros.
A narrativa junto com a comunicação visual auxilia na interação e redução de erros. Esses dois pontos servem de guia para o usuário tomar decisões, sobre suas expectativas e possíveis respostas. Servem também como parte da experiência proposta pela peça.

sábado, 30 de junho de 2018

Segredos, uma instalação multimídia

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Como trabalho final da disciplina de Instalações Multimídia eu propus a criação de uma sala de segredos. Minha instalação cosistia em uma sala onde as pessoas poderiam deixar seus segredos em lugares que poderiam ser vistos por outros visitantes, e também e lugares onde esses segredos ficariam escondidos.

A concepção


A idéia inicial era de utilizar dois totens com uma cascata de papeis onde os visitantes escreveriam segredos que ficariam a vista. Cada totem possui uma caixa de som onde são reproduzidos sussurros, alguns inaldivéis e outros falando alguns segredos. Na sala também há um púlpito onde se econtra um livro em branco, nele os visitates escreveriam o que desejam esconder. A iluminação da sala é essencialmente análoga ao azul e roxo, e sempre deixando uma penumbra no objetivo de tornar o ambiente mais acolhedor e destacar as peças com que podem haver interação.

Ideias da ambientação da sala:


A interação com a sala se daria na aproximação do visitate com o púlíto. A certa distância ele conseguiria ver que tem algo escrito nele, mas ao se aproximar a sala toda mudaria, escondendo todos os segredos da sala e disparando o sinal sonoro pedindo para o visitante deixar um segredo na sala.

Ideias iniciais para os totens:



Na idéia inicial dos totens o visitante também teria outro tipo de interação com ele. O visitante poderia mudar o estado do totem entre ligado e desligado.

A produção


A instalação foi feita no laboratório audiovisual do curso de sistemas e mídias digitais da UFC. Os primeiro testes foram com o relé no intuito de entender sua funcionalidade para conseguir mudar a ambientação da sala.

A segunda parte da produção era entender como o sensor ultrassônico funcionava para conseguir ativar o relé quando alguém se aproximasse.


Houve também uma tentativa de utilizar dois sensores ultrassônicos para conseguir idenficar onde o visitante se encontraria na sala. Mas um sensor acabava por interferir no outro gerando um resultado não esperado.


As partes da intalação foram feitas utilizando canos pvc fixados numa base de madeira. Resultado final das partes:


    



A visitação



A peça ficou exposta por dois dias e ocorreram 16 visitas contando com as visitas dos professores da disciplina. Numa observação da interação dos visitates foi notado a falta de feedback visual, faltou algo que os estimulasse a interagir com os totens. Dentre as falhas as duas principais foram as caixas de som de baixa qualidade incapazes de reproduzir os sussurros e estourando alguns sons, o outro foi o sensor ultrassônico que disparava sem nenhum motivo aparente.

A permanência dos visitantes na sala foi na média de 3 minutos.

Dificuldades


A principal dificuldade foi com um fornecedor de uma caneta especial para luz negra, o prazo de entrega estorou, outro vendedor vendeu o produto sem ter o mesmo em mãos. Isso fez com que fosse buscado outras formas de causar o mesmo efeito, sendo no fim utilizado lápis de cor branco. Outra grande dificuldade foi fazer a peça inteira sozinho e intercalar com outras disciplinas. Em relação ao som limitado se deu graças ao equipamento não conseguir reproduzir e recarregar ao mesmo tempo precisando de um tempo apenas para isso.

sexta-feira, 23 de março de 2018

Ligth Paint

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A imagem pode conter: noite

Olá pessoas, hoje eu vim falar um pouco para vocês sobre Light Paint. Essa técnica de fotografia consiste em capturar a forma desenhada por uma fonte de luz com uma baixa sensibilidade do sensor (ISO) e um longo tempo de exposição, o que é mais fácil de se conseguir em câmera semi-profissionais e profissionais que proporcionam tal controle. No video a seguir eu falo um pouco sobre como reproduzir essa técnica.


Muitos de vocês sabem que eu faço alguns experimentos com fotografia, também que faço isso como hobby, mas eu tenho poucas produções de light paint. Segue abaixo um pouco do que eu produzi:



sexta-feira, 16 de março de 2018

Análise de uma instalação multimídia

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Seguindo os critérios de Milton Sogabe, descritos em seu artigo "Instalações interativas mediadas pela tecnologia digital: análise e produção", venho aqui discutir uma instalação que trata sobre segurança no transito. Sogabe diz logo no começo de seu artigo que para ser considerado uma instalação é preciso de um ambiente, nesse caso o ambiente é divido em dois sendo um o cotidiano do público e o outro a sala de dança.

The dancing Traffic Light



1- O espaço

O espaço dessa instalação tem duas partes distintas, a primeira é o espaço destinado aos pedestres que esperam o semáforo ficar verde e o outro uma caixa de aproximadamente 5m x 5m no meio da praça contendo uma porta para entrada e saída. O espaço para dança possui uma boa iluminação para que as imagens possam ser captadas, assim como também oferece barras de apoio para movimentos mais elaborados do público. O semáforo de espera possui um sistema de saída de som.

2- O evento

O público na rua recebe um sinal sonoro e é capaz de visualizar a imagem do semáforo se movimentar no ritmo da música. O público que dança entra na cabine, escolhe o ritmo que deseja dançar e quando o semáforo fica vermelho a música começa a tocar, seus movimentos são captados e transmitidos para um painel fora da cabine e também para os semáforos presentes na instalação.

3- O público

O público na rua gasta seu tempo observando o semáforo se movimentando junto com a música, muitas vezes esperando uma segunda vez isso acontecer. O público que dança é capaz de ver as pessoas que estão esperando o semáforo mudar de cor

4- A interação

A interação se dá no esperar o tempo do semáforo para o observador, já para quem vai dançar está na parte de compartilhar esse momento com o observador.

5- Interface

A interface do observador são placas colocadas nos semáforos juntamente com aparelhos de som. Na interface da cabine temos um painel para escolha do ritmo, monitores que mostram o movimento nos semáforos e um retorno com o avatar se movimentando.

6- Controle digital

A captura da imagem se dá por um kinect e é transmitida para um processador que transformará no modelo em pixels para ser exibido nos painéis.

7- Saídas

Há painéis e saídas de sons nos semáforos. Na cabine há um retorno para a pessoa que irá dançar e dois monitores para visualização dos pontos onde há os semáforos.

sexta-feira, 30 de junho de 2017

Desafio final - CRIATIVIDADE!

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Essa atividade final consiste em fazer uma apresentação no estilo TED sobre o tema criatividade, preferia escolher o tema para haver mais diversidade no que vai ser apresentado mas ok.

Daí pensei, o que vou falar sobre criatividade? Eu explico o que eu imagino que seja criatividade, o que criatividade é, fiquei meio perdido em como levar esse trabalho. Quando olhei na atividade e vi que deveria ter entre 3 e 5 minutos eu decidi fazer um Pitch sobre criatividade, tentar "vender" a minha ideia de criatividade.

"Cinco slides eficientes para você se basear quando se apresentar para um investidor ou cliente. O pitch é uma apresentação sumária de 3 a 5 minutos com objetivo de despertar o interesse da outra parte (investidor ou cliente) pelo seu negócio, assim, deve conter apenas as informações essenciais e diferenciadas."

Planejo fazer uma apresentação com 5 a 6 slides da seguinte forma:

-Apresentação: me apresento e apresento o tema proposto
-Definição: apresento a definição de criatividade
-Outras opiniões: apresento visões de alguns designers sobre criatividade
-Criatividade como trabalho: meios de trabalhar a criatividade para produção (busca por referencial, laboratórios de criatividade, etc)
-Conclusão: uma conclusão sobre o tema proposto

A parte mais difícil até agora está sendo a sincronia do slide com a fala e que está me exigindo muito treino.

quinta-feira, 1 de junho de 2017

Desafio #9 - 20 segundos

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A atividade deste desafio consiste em elaborar um vídeo de 20 segundos que chame a atenção de quem está distraído, como exemplo foi dado propagandas que são exibidas nos anúncios do youtube. me lembro bastante de uma propaganda, não de 20 segundos, mas que antes dos 20 segundos me cativou a modo de assistir e ainda comprar o produto. Essa propaganda no caso é de um perfume da Nina Ricci, e de inicio ela não parece uma propaganda e eu fiquei meio que curioso para ver o resto do vídeo, deixo aqui essa maravilhosa propaganda:


E ainda sobre propagandas outra coisa que veio diretamente na minha cabeça foram propagandas japonesas que são curtas e bastante chamativas.


Então pensei: Por que não fazer uma propaganda? Olhei na minha mochila e vi um icekiss e já imaginei um vídeo parecido com a abertura de Orange Is The New Black, com plano-detalhe das bocas das pessoas enquanto elas colocavam o icekiss. Essa ideia foi descartada.


Então olhando diversas referências no youtube eu recebi uma sugestão de rever O Despertar da Primavera, foi então que eu pensei em realizar uma propaganda sobre abuso infantil com base numa das músicas desse musical, Escuro Sem Fim.


Com a ajuda de alguns amigos para conseguir uma locação e atores eu realizei a cena de um pai falando para sua filha: "Esse é nosso segredo". Utilizando uma iluminação bem controlada para aumentar a tensão que eu queria passar pelas imagens, mas infelizmente não consegui completar os 20 segundos de vídeo por falta de tempo mesmo, Pois eu havia planejado 3 cenas e acabei por fazer apenas 2.